

Vistos para Portugal: Aposentados, empresários, Nómade Digital e Trabalho Subordinado.
Três caminhos legais para morar em Portugal — renda passiva, trabalho remoto ou contrato de trabalho.
Assessoria jurídica direta com advogado registrado em Portugal (OA), Brasil (OAB), Espanha (ICAM) e Europa (CCBE).
Qual desses perfis é o seu?
Realizamos a análise técnica das principais modalidades de ingresso legal em território português, garantindo total conformidade regulatória em seu processo.
Aposentados, Empresários e Rentistas (D7)
Nômade Digital (D8)
Trabalhador com Proposta (D1)
Para aposentados e empresários com renda passiva estável — aposentadoria, aluguéis, dividendos ou outras fontes que não exigem atividade laboral.
Exige comprovação de renda mínima de €920/mês, equivalente ao salário mínimo português.
Para profissionais remotos com renda de fora de Portugal — contratos internacionais, prestação de serviços ou atividade empresarial digital. É possível aplicar usando a propria empresa para dar suporte.
Exige comprovação de renda mínima de €3.680/mês, equivalente a quatro vezes o salário mínimo português.
Para quem já recebeu proposta formal de emprego em Portugal.
Exige contrato de trabalho assinado com empregador português, com remuneração mínima de €920/mês conforme o salário mínimo nacional.
Perguntas frequentes
Esclarecimentos essenciais sobre as exigências regulatórias e os prazos reais da transição jurídica para a jurisdição de Portugal.
Qual o prazo médio?
Qual a diferença entre o visto D7 e o Nômade Digital (D8)?
Os processos consulares variam entre três a quatro meses, dependendo estritamente da modalidade escolhida e da comarca de processamento.
O D7 é voltado a quem tem renda passiva (aposentadoria, aluguéis, dividendos) e exige €920/mês. O Nômade Digital é voltado a quem tem renda ativa de trabalho remoto ou prestação de serviços, exigindo um valor maior — €3.680/mês — por se tratar de rendimento profissional.
O visto D1 exige um valor mínimo de patrimônio ou renda própria?
É possível incluir cônjuge e filhos no mesmo processo?
Não há exigência de renda pessoal mínima além da prevista no contrato de trabalho. O requisito central é o contrato assinado com empregador português, com remuneração igual ou superior ao salário mínimo nacional de €920/mês.
Sim. Cônjuges, filhos dependentes e, em alguns casos, ascendentes podem ser incluídos através do reagrupamento familiar, vinculado ao processo principal.
Existe exigência de permanência mínima em Portugal?
Quanto tempo de residência é necessário para pedir a nacionalidade portuguesa?
O tempo de residência legal de sete anos em Portugal confere o direito de requerer a nacionalidade portuguesa por naturalização direta.
Sim. Cada modalidade de visto estabelece um período mínimo de permanência física no território português para manutenção da validade da autorização de residência.
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